O conceito de globalização, “não existe explicação consensual para o fenômeno” (Held e McGrew).
Visto que existem duas grandes linhas de argumentação. Os “globalizatas”, que a consideram um fenômeno histórico real e significativo reduzindo a globalização a uma lógica puramente econômica ou tecnológica é altamente equivocado, pois se desconhece a complexidade da vida social moderna. Ela desenvolve-se em outras esferas (como a da cultura), sem haver um padrão histórico ou espacial idêntico ou comparável, em cada um desses campos (HELD; MCGREW, 2001).
As duas alas concordam em alguns pontos como: que houve aumento, nas últimas décadas, da interligação econômica nas e entre as regiões, ainda que com conseqüências diferenciadas em cada uma delas; que a competição inter-regional e global desafia as velhas hierarquias e gera novas desigualdades de riqueza, poder e privilégio e que houve expansão da gestão internacional nos planos regional e global – por exemplo, os blocos econômicos regionais e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Os sistemas políticos afetam a vida das organizações e as políticas empresariais podendo estender este conceito ao liberalismo onde neste caso foi materializada através das privatizações de empresas estatais, abertura comercial, estímulo à livre concorrência etc.
Teóricos afirmam que a organização “Estado liberal tem impactos diferenciados sobre países, regiões, indústrias e setores da economia.” No caso do Brasil.
“o processo de integração mundial iniciado a partir dos anos oitenta denominado de globalização e os governos brasileiros neoliberais na década de noventa o sindicalismo brasileiro entrou num momento de profundas transformações em todos os seus contextos. A nova etapa de mundialização do capital e a conseqüente alteração das relações de trabalho desvirtuaram de forma substancial a maneira de atuação dos sindicatos nas relações trabalhistas. A década de noventa é a da inserção subalterna do Brasil na mundialização do capital por meio de políticas neoliberais que acentuaram a lógica destrutiva do capital no país. (ALVES, 2002)
Pode-se concluir que a globalização fez com que a tecnologia da informação amplia-se “as possibilidades de contato entre as pessoas ao redor do mundo. Facilitou também o fluxo de informação sobre pessoas e acontecimentos em lugares distantes [...]”.) e a velocidade das informações se acentuam rapidamente, bem como a capacidade de ação dos governos nacionais se vê seriamente pressionada pelo poder das grandes transnacionais corporações. (O papel das corporações transnacionais na economia globalizada pode ser analisado em Giddens (2005, p.65-66).
Bibliografia
Fonte: Disponível em:. Acesso em: mai. 2006.
http://www.slideshare.net/guest87d07e/seminrio-de-sociologia. Acesso em outubro. 2010.
Visto que existem duas grandes linhas de argumentação. Os “globalizatas”, que a consideram um fenômeno histórico real e significativo reduzindo a globalização a uma lógica puramente econômica ou tecnológica é altamente equivocado, pois se desconhece a complexidade da vida social moderna. Ela desenvolve-se em outras esferas (como a da cultura), sem haver um padrão histórico ou espacial idêntico ou comparável, em cada um desses campos (HELD; MCGREW, 2001).
As duas alas concordam em alguns pontos como: que houve aumento, nas últimas décadas, da interligação econômica nas e entre as regiões, ainda que com conseqüências diferenciadas em cada uma delas; que a competição inter-regional e global desafia as velhas hierarquias e gera novas desigualdades de riqueza, poder e privilégio e que houve expansão da gestão internacional nos planos regional e global – por exemplo, os blocos econômicos regionais e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Os sistemas políticos afetam a vida das organizações e as políticas empresariais podendo estender este conceito ao liberalismo onde neste caso foi materializada através das privatizações de empresas estatais, abertura comercial, estímulo à livre concorrência etc.
Teóricos afirmam que a organização “Estado liberal tem impactos diferenciados sobre países, regiões, indústrias e setores da economia.” No caso do Brasil.
“o processo de integração mundial iniciado a partir dos anos oitenta denominado de globalização e os governos brasileiros neoliberais na década de noventa o sindicalismo brasileiro entrou num momento de profundas transformações em todos os seus contextos. A nova etapa de mundialização do capital e a conseqüente alteração das relações de trabalho desvirtuaram de forma substancial a maneira de atuação dos sindicatos nas relações trabalhistas. A década de noventa é a da inserção subalterna do Brasil na mundialização do capital por meio de políticas neoliberais que acentuaram a lógica destrutiva do capital no país. (ALVES, 2002)
Pode-se concluir que a globalização fez com que a tecnologia da informação amplia-se “as possibilidades de contato entre as pessoas ao redor do mundo. Facilitou também o fluxo de informação sobre pessoas e acontecimentos em lugares distantes [...]”.) e a velocidade das informações se acentuam rapidamente, bem como a capacidade de ação dos governos nacionais se vê seriamente pressionada pelo poder das grandes transnacionais corporações. (O papel das corporações transnacionais na economia globalizada pode ser analisado em Giddens (2005, p.65-66).
Bibliografia
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